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16 de Setembro de 2019
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    Walter Prado comemora aprovação de projeto de lei que concede pensão especial para servidores da extinta Sucam

    O deputado Walter Prado (PDT) comemorou na sessão desta quinta-feira, 1º ,a aprovação do projeto de lei que concede pensão especial vitalícia para servidores ou parentes de ex-servidores da extinta Superintendência de Campanhas de Saúde Pública (Sucam). A pensão de R$ 2.500,00 será paga às pessoas ou famílias de servidores falecidos por causa de doenças graves decorrentes do dicloro-difenil-tricloroetano, o chamado DDT, usado para pulverizar residências e evitar doenças causadas por insetos. O projeto de lei agora será analisado pela Câmara dos Deputados uma vez que foi aprovado em caráter terminativo pelos senadores.

    Prado achou justa a decisão da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado que aprovou o projeto na última quarta-feira, 29. O deputado também destacou o apoio da Assembleia Legislativa e da deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB) qu segundo ele, lutou “incansavelmente” para que os direitos dos ex-servidores da Sucam fossem reconhecidos. “Andamos por este Estado fotografando a tristeza dessas pessoas que sofriam sem nenhuma assistência. Não posso deixar de falar da atuação da deputada Perpétua Almeida que lutou incansavelmente para dar àqueles servidores o que lhes eram de direito”.

    Outro assunto abordado pelo deputado foi com relação às mulheres que cumprem pena no presídio do município de Tarauacá. Walter Prado disse ter recebido um abaixo-assinado dos vereadores daquela cidade denunciando faltos que para ele são desrespeitosos e desumanos. “Recebi um abaixo-assinado dos vereadores de Tarauacá e fiquei muito preocupado. Eles disseram que as mulheres que cumprem pena no presídio de lá são transferidas para os presídios de Cruzeiro do Sul ficando distante de seus familiares, isso não pode acontecer, isso é cruel e desumano, só porque são pobres e não têm como pagar um advogado”.

    O deputado pediu que a Assembleia Legislativa se manifestasse no sentido de apoiar as presidiárias. “Temos que tomar uma posição, não podemos ficar de braços cruzados, prisão é para quem comete delitos, mas também é para recuperar pessoas. Acho que o nosso governador não tem nem conhecimento disso, isso é um absurdo, uma espécie de tortura e deve ser resolvido, o presídio de Tarauacá funciona bem, nem superlotação tem”.

    Mircléia Matos

    Agencia Aleac

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