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23 de Janeiro de 2019
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    Deputado Raimundinho da Saúde diz que Detran disponibilizará veículo para portadores de necessidades especiais

    O deputado Raimundinho da Saúde (PTN) relatou na sessão desta quinta-feira (6), na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), a reunião realizada ontem (4), no Departamento Estadual de Trânsito (Detran), que discutiu o projeto de lei de sua autoria que “Dispõe sobre os Centros de Formação de Condutores (CFCs) adaptarem seus veículos à aprendizagem de pessoas portadora de necessidades especiais”. O encontro também contou com a presença de proprietários de autoescolas de Rio Branco.

    “Apresentei esse projeto no ano passado devido à falta de condições que os portadores de necessidades especiais têm com relação a retirada da carteira de habilitação. Atualmente, esse serviço tem o valor dobrado para eles e isso é injusto. A boa notícia é que o diretor do Detran, Pedro Longo, que também é portador de necessidades especiais, disponibilizou um veículo adaptado para que essas pessoas possam tirar suas habilitações. Um serviço que sairá com um preço mínimo, uma vez que as aulas teóricas são gratuitas. Agora, queremos conseguir uma moto adaptada para eles”, disse.
    Raimundinho da Saúde também falou sobre o pré-concurso criado por ele e seu irmão, o vereador Railson Correia (PTN). O projeto funciona em um amplo espaço, na Rua do Farol, na região da Baixada da Sobral, e atende cerca de 140 jovens. A inscrição é gratuita e a mensalidade tem um preço simbólico.

    “A equipe pedagógica selecionou os melhores professores, que além de parceiros são moradores da nossa região. Uma oportunidade única para os nossos jovens”, enfatizou.

    No Grande Expediente, o deputado falou sobre a situação dos estudantes brasileiros que cursam medicina na Bolívia. “Eu sei do sofrimento que eles passam naquele país, eles são diariamente desrespeitados pelos bolivianos. Lá não é como aqui, quando os bolivianos vêm para o Brasil eles pintam e bordam e nada acontece. Na Bolívia tem leis e aqui não”, afirmou.

    Sobre os médicos que se formam no Acre e vão trabalhar em outros estados, o parlamentar complementou “Fixar médico aqui no Acre está cada vez mais difícil. As nossas faculdades formam os médicos, mas 90% deles vão embora assim que concluem o curso. Temos até residência médica em várias áreas graças ao esforço do governo do Estado, mas ainda assim os nossos médicos continuam indo embora. Algo deve ser feito imediatamente para mudar essa realidade”, concluiu.

    Mircléia Magalhães
    Agência Aleac

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